terça-feira, 6 de outubro de 2015

Primeiro passeio com a Triumph Tiger XCX – Santo Antônio da Patrulha



Domingo, dia 04 de outubro de 2015.
Eu e o amigo Ricardo Gaston (Honda CBR 600), saímos de Porto Alegre em torno das 11 horas da manhã com destino à cidade de Santo Antônio da Patrulha.  O propósito era colocar na estrada, pela primeira vez, a Triumph Tiger 800 XCX.
Rumamos pela BR 290 por cerca de 43 Km, até o município de Glorinha, onde acessamos a RS 030 até Santo Antônio (este trajeto está melhor descrito em outras postagens aqui no blog), o que nos fez rodar por dois tipos diferentes de estradas.
Chegamos em Santo Antônio às 11:53 h, parando para um cafezinho no paradouro Da Colônia. Em seguida almoçamos em um restaurante chamado Avenida Gonzaga (Rua João Pedroso da Luz, 37). Um local simples porém com boa comida e preço muito bom. O almoço com buffet livre e um refrigerante saiu pelo preço de R$ 23,40.
A volta foi toda pela BR 290. A Tiger se mostrou uma excelente moto, com torque sensacional e fazendo valer seus 95 cv de potência. Sem falar no computador, de bordo com diversas funções, e no piloto automático que faz toda a diferença quando desejamos manter uma velocidade constante.
Chegamos em Porto Alegre em torno das 16:30 h, com 162 Km rodados.






segunda-feira, 24 de agosto de 2015

X EBA RS - São Lourenço do Sul

Encontro do Bodes do Asfalto - Rio Grande do Sul

Hotel das Figueiras - São Lourenço do Sul - 07 a 09 de Agosto de 2015



Com meu amigo de infância, Ocimar. 
Hotel das Figueiras


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Tenda do Umbu – Primeiro passeio da Virago 535 do André




Sábado, dia 25 de julho de 2015. Resolvemos fazer um pequeno passeio em família. Saímos pontualmente às 10:38 horas em direção à Tenda do Umbu. Eu e meu filho Fabrício na minha Honda NC 700 X e o meu filho André estreiando sua Yamaha Virago 535 na estrada.
A Tenda do Umbu, localizada às margens da BR 116 na localidade de Morro Bock, no município de Picada Café, na subida da serra gaúcha, é um local de parada obrigatória para os turistas que por ali passam. Também é um tradicional ponto de encontro de motociclistas, fazendo do lugar um grande encontro de motos todos os finais de semana. Oferece uma estrutura de lazer, alimentação, venda de produtos coloniais e produtos locais.
Chegamos lá às 11:44 horas, com 72 Km rodados. Almoçamos no restaurante, onde servem uma comida bastante saborosa e com preço de R$ 25,00 por pessoa (buffet de comida típica caseira, rodízio de carnes e buffet de sobremesas). Permanecemos ali após o almoço, conversando entre nós e com outros motociclistas. Para completar, ainda tem música ao vivo na rua, de excelente qualidade.
Chegamos em Porto Alegre às 16:20 h. Foi um passeio curto, com 152 Km rodados, porém muito significativo. Estar com meus dois filhos, curtindo a estrada sobre as duas rodas, é algo que não tem preço. 








domingo, 19 de julho de 2015

Morro Reuter - Café Colonial Walachay



Após diversos dias de muita chuva no Rio Grande do Sul o sábado, dia 18 de Julho de 2015, amanheceu com sol. Porém, a previsão do tempo para o dia seguinte era de mais chuva. Nos restava um passeio curto por perto de Porto Alegre.  Por indicação do amigo Marcelo Veiga, resolvemos conhecer um Café Colonial chamado Café Walachay, no interior do município de Morro Reuter, na serra gaúcha.
Saímos de casa em torno das 14:10 horas. Abastecemos a moto já na saída de Porto Alegre, saindo do posto de combustíveis às 14:30 horas. Rumamos pela BR 116 em direção à serra gaúcha, passando pelas cidades da região metropolitana de Porto Alegre, Vale dos Sinos, Ivoti, Dois Irmãos e, finalmente, chegando em Morro Reuter.
A cidade de Morro Reuter fica a cerca de 64 Km de Porto Alegre, pela BR 116, fazendo parte da Rota Romântica. O distrito de Morro Reuter foi criado em 1956, subordinado ao município de São Leopoldo. Em 1959, foi transferido a distrito de Dois Irmãos, município que acabava de ser criado. Em 1992, foi elevado a município. Tem uma população aproximada de 6000 habitantes e está a uma altitude de 492 m.
Chegando no trevo de acesso à cidade, que está localizada à esquerda da BR 116 no sentido de quem sobe a serra gaúcha, logo em seguida se encontra o acesso à RS 873, este localizado à direita da subida da rodovia. Percorre-se cerca de 1,5 Km, onde já se encontra sinalização indicando o Café Colonial Walachay. Neste ponto, entramos em uma estrada sem pavimentação, por onde se percorre cerca de 600 m até chegarmos ao Walachay. Chegamos lá em torno das 15:30 horas.
O lugar é muito bonito, com uma vista sensacional. Já na chegada fomos recebidos com muita simpatia. O atendimento é perfeito, com garçons atenciosos e muito solícitos. Como um tradicional Café Colonial da Serra Gaúcha, o Walachay tem uma enorme variedade de pratos, todos servidos à mesa, todos com quantas reposições se desejar, e com a possibilidade de tomar suco de uva, vinho (este, infelizmente, não foi possível provar por razões óbvias), chocolate quente e, até mesmo café. Além de toda esta variedade, ainda existe um buffet de tortas doces e bolos. O preço é bastante justo. Gastamos R$ 48,00 por pessoa.
Após terminada nossa refeição, ficamos contemplando a bela paisagem por mais algum tempo e, logo em seguida retornamos para Porto Alegre. O trajeto todo percorrido foi de 143 Km, desde nossa saída de casa.

É uma boa opção de passeio de moto para uma tarde de inverno.





sábado, 13 de junho de 2015

Curso de pilotagem defensiva Instrutor Amaral - Caxias do Sul, 05 e 06 de Junho de 2015



Nos dias 05 e 06 de Junho de 2015 estivemos na cidade de Caxias do Sul para participar do Curso de pilotagem defensiva do Instrutor Carlos Amaral, organizado pelos amigos Jorge U. Varella, Fábio Chitolina e Osni Roberto, dos moto grupos Bodes do Asfalto e Comanches.
Na noite do dia 05 foi ministrada a parte teórica, que durou cerca de 3 horas. Durante o dia 06 colocamos em prática os ensinamentos do Carlos Amaral, por quase todo o dia. Recebemos instruções de curvas, obstáculos, frenagem e uma pitada de “off road”. Tivemos um pequeno intervalo para o almoço, onde saboreamos um churrasco e fortalecemos os laços de amizade. As fotos foram feitas pela esposa do Carlos Amaral, a Geórgia Zuliani, que estava presente em cada curva e em cada pista criadas para nosso aprendizado.
Valeu cada momento, cada instrução e cada novo amigo. A recepção dos amigos de Caxias do Sul foi sensacional, fazendo com que nos sentíssemos muito à vontade e entre amigos.

Curso excelente, por parte do nosso professor, e organização perfeita, por parte dos amigos de Caxias do Sul.

Aula teórica

Instrução prática

Instrução prática - curvas

Instrução prática - Desvio de obstáculos

O grupo de alunos e o instrutor

O grupo de alunos e suas motos

Pressão do instrutor




segunda-feira, 1 de junho de 2015

Quarta Colônia – Silveira Martins, Vale Vêneto e São João do Polêsine


Domingo, dia 17 de Maio de 2015.
Após término do encontro comemorativo dos 10 anos da Facção Coração do Rio Grande do motogrupo Bodes do Asfalto, em Santa Maria, permaneci na cidade.  Resolvi, então,  fazer uma passeio pela região chamada de Quarta Colônia. Esta região, próxima à Santa Maria,  na região central do estado, é assim chamada por ser o quarto núcleo da colonização italiana no Rio Grande do Sul no século XIX e da qual fazem parte nove municípios: Silveira Martins, Ivorá, Nova Palma, Faxinal do Soturno, São João do Polêsine, Pinhal Grande, Dona Francisca, Agudo e Restinga Seca. Ali se pode encontrar diversas construções típicas italianas e igrejas, além de uma zona rural e costumes bastante característicos deste tipo de colonização.
Saí de Santa Maria em torno das 12:20 horas pela RS 287 em direção leste. Rodei por cerca de 9 Km até chegar no entroncamento com a VRS 804 (Estrada dos Imigrantes), estrada que leva até a cidade de Silveira Martins.  É uma rodovia de pista simples, com asfalto de qualidade bem razoável e com algumas curvas, além de um visual muito legal, o que é uma característica da região. Aos 10 Km na estrada se encontra um mirante de onde se pode contemplar a paisagem. A cidade de Silveira Martins fica mais 4 Km à frente.
Silveira Martins é considerado o berço da Quarta Colônia, pois foi ali que chegaram os primeiros colonos italianos da região, na localidade de Val de Buia, provenientes do norte da Itália, principalmente do Vêneto, em 19 de maio de 1877. Os imigrantes se instalaram no Barracão da Val de Buia, onde hoje é o Monumento ao Imigrante, erguido em comemoração ao centenário da imigração italiana, em 1977. A economia do município é baseada na plantação de feijão, milho, batatinha e soja, além do turismo e da gastronomia. Segundo dados do IBGE, a população de Silveira Martins é de 2.449 habitantes.

Monumento ao Italiano

Silveira Martins
Em Silveira Martins me foi indicado um restaurante chamado La Sorella, referenciado como culinária italiana de muito boa qualidade. Não foi difícil localizá-lo porém, ao chegar lá, percebi que estava lotado e que o atendimento ocorre apenas com reserva antecipada. A atendente, muito simpática, explicou que naquele dia estavam com duas “sessões” de reservas, sendo que a segunda iniciaria às 14 horas e que também já estava com capacidade esgotada. Embora não tenha provado a comida, fiquei com excelente impressão do local.
Saí de Silveira Martins  e rumei em direção à localidade de Vale Vêneto, distante 7 Km, por estrada não pavimentada. Vale Vêneto é distrito de outro pequeno município chamado São João do Polêsine. Ali chegaram, em 1878, os primeiros imigrantes provenientes, em sua maioria, da região do Vêneto, na Itália, o que deu origem ao nome da localidade. Foram cerca de 11 famílias que iniciaram a localidade. Ali chegando encontrei um discreto restaurante em um antigo sobrado de esquina em frente à igreja, sem qualquer placa que o indique. A entrada do lugar é apenas um bar simples porém, lá dentro existe um salão com as mesas do restaurante. Fiquei surpreso ao saber que este também era somente com reserva antecipada. Como eu estava só, fui acomodado em uma mesa onde pude almoçar. O restaurante de culinária italiana, oferece uma sequência de pratos, com uma variedade bastante reduzida porém com um sabor inigualável e com quantas repetições desejar. Inicia com uma tábua de frios, seguida de sopa de capeletti, salada verde, rizoto, filé à milanesa e nhoques recheados cobertos por um molho sensacional. Como sobremesa um sagu com creme feito com vinho bordeux produzido artesanalmente na região. Por mais que eu queira explicar, não tem como expressar o sabor e a qualidade da comida, que é feita pela senhora Romilda, que dá o nome ao restaurante (Restaurante Romilda). O atendimento é feito pelos proprietários e que fazem do lugar um recanto familiar. Conversando com dona Romilda, me contou que o restaurante iniciou devido aos motociclistas trilheiros da região que, ao ali chegarem,  gritavam sob a janela que estavam com fome, o  que  a fazia descer do sobrado e preparar alguma comida improvisada. Assim nasceu o Restaurante Romilda. O preço é bastante justo. A sequência sai por R$ 45,00 por pessoa. Não dá para perder o suco de uvas, que é servido em uma jarra pelo valor de R$ 15,00. Para completar, não há sinal de celular nem de internet no telefone, o que faz com que se possa saborear a comida com tranquilidade e, para quem estiver acompanhado, deixar o celular de lado e interagir com outras pessoas. O telefone para contato é (55)32891095.

Igreja de Vale Vêneto

Restaurante Romilda

Saindo de Vale Vêneto, segui em direção à cidade de São João do Polêsine. Foram mais cerca de 11 Km de estrada não pavimentada até chegarmos na ERS 149, onde se acessa à esquerda por mais 6 Km até chegar na cidade.
 São João do Polêsine recebeu esta denominação como forma de agradecimento a São João Batista pela acolhida que ali tiveram os imigrantes italianos e para manter viva a memória da localidade de Polêsine, no norte da Itália. Tem uma população de 2.700 habitantes
Neste dia estava acontecendo a 60ª Festa Regional do Arroz, em comemoração à colheita de arroz, com um desfile na rua principal com carros alegóricos representando o motivo da festa.  A cidade é muito simpática e bonita porém, devido ao evento do dia, não foi possível circular mais pelo local.
Ao sair de São João do Polêsine, percebi que havia perdido meu telefone celular, o que me fez retornar. Busquei ajuda em dois policiais militares que estavam no controle do trânsito (que saudades do tempo em que a Polícia Militar cuidava do trânsito de Porto Alegre) os quais prontamente me socorreram. O soldado Martinazzo ligou de seu próprio celular para meu número e, após algumas tentativas, conseguiu falar com o senhor que o encontrou. O policial me acompanhou até o local onde estava o senhor com meu telefone o qual me devolveu, recusando qualquer tipo de gratificação. Atitude como esta é que nos faz acreditar que ainda existe solução para a falta de moral que assola nossa sociedade.  Deixo aqui o meu agradecimento aos policiais militares, soldado Martinazzo e sargento Cardoso, da Polícia Militar da cidade de São João do Polêsine.
Estrada
Igreja de SãoJoão do Polêsine

Saí de São João do Polêsine já no final da tarde, de volta para Santa Maria, pela mesma ERS 149 até  chegar na RS 287. Foram cerca de 40 Km entre São João do Polêsine e o bairro Camobi, em Santa Maria. Ao todo o passeio foi de cerca de 90 Km. Em outro momento pretendo retornar com mais tempo e passar por outras cidades da Quarta Colônia.



terça-feira, 19 de maio de 2015

Encontro Bodes do Asfalto (EBA) – 10 anos da Facção Coração do Rio Grande.


Nos dias 15 a 17 de maio de 2015 ocorreu na cidade de Santa Maria a comemoração dos 10 anos de fundação da facção Coração do Rio Grande do moto grupo Bodes do Asfalto.
A festa, coordenada pelo irmão Alonso, ocorreu nas dependências do Hotel Morotin.
Saí de Porto Alegre no Sábado, dia 16 de maio, em torno das 8 horas da manhã, juntamente com mais quatro membros da facção Porto Alegre do Bodes do Asfalto. O Jofre e esposa (Suzuki V Strom 650), De Angeli (Suzuki V Strom 1000), Flávio (Suzuki V Strom 650) e Malta (triciclo Spyder Can AM).  A viagem foi muito tranquila, exceto pela estrada RS 287 que, embora com duas praças de pedágio (isentos para motos), tem uma qualidade de pavimentação bastante ruim e perigosa. Foram aproximadamente 300 Km de estrada entre Porto Alegre e Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul.
Fomos recebidos fraternalmente em torno do meio-dia. A festa muito bem organizada, contou com um almoço em restaurante da cidade de Santa Maria, onde fomos em comboio acompanhados pela Policia Rodoviária Federal. À tarde tivemos  uma excelente palestra sobre direção defensiva, ministrada pelo Neto, motociclista com grande experiência.
À noite houve um jantar no próprio hotel, seguido de festa com muita música.
Parabéns ao moto grupo Bodes do Asfalto, facção Coração do Rio Grande e em especial ao Alonso, seu coordenador e meu conterrâneo riograndino.

 
Representantes da Facção Porto Alegre dos Bodes do Asfalto

Probleminha nas baterias de duas V Strom