segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Vale do Taquari – Lagoa da Harmonia e Lajeado



Sábado, dia 23 de Agosto de 2014.
Saímos de Porto Alegre pela BR 116 às 8:55 horas, em direção norte. Fomos em três motos, sendo uma Triumph Tiger 800 (Adão e Maria), Yamaha Super Teneré (Kuze e Dagui) e minha Honda NC 7000 X (eu e meu filho Fabrício).
Rumamos por 13 Km até a BR 386 por onde seguimos por mais 80 Km, onde acessamos a RS 128, uma rodovia estadual de pista simples de duas vias com boa pavimentação. Seguimos por mais cerca de 17 Km até o entroncamento com a RS 453. Neste ponto acessamos a estrada à nossa direita onde andamos por cerca de 1 Km onde, à esquerda, se encontra uma estrada secundária que leva à Lagoa da Harmonia. Neste momento encontramos os amigos da cidade de Caxias do Sul que ali nos aguardavam para seguirmos viagem. Foram mais quatro motos, sendo três BMW 1200 GS e uma Trimph Tiger 800. É uma estrada muito simples, asfaltada, com curvas, subidas e descidas muito legais e de paisagem espetacular. Por aí seguimos por mais 9 Km até chegarmos à Lagoa da Harmonia, em torno das 10 horas da manhã.
A Lagoa da Harmonia é um local turístico localizado no interior do município de Teutônia, no Vale do Taquari, composto por um hotel com chalés e apartamentos, trilhas ecológicas, passeio de pedalinho, cavalgadas, rampa para saltos de paraglider e asa delta e um visual incrível. O ingresso custa R$ 5,00 por pessoa, com direito a desconto no almoço no restaurante local. A lagoa foi criada antes dos anos 50 com a finalidade de represar água para a construção de uma usina hidroelétrica para suprir a energia da cidade de Teutônia. Foi escavada, literalmente, à mão pelos agricultores locais. Com o passar do tempo, crescendo a necessidade de maior produção de energia eleétrica, a usina ficou obsoleta, cessando suas atividades em 1972. Ali ficamos por cerca de uma hora, conversando e contemplando o local.
Saímos da Lagoa da Harmonia e rumamos para a cidade de Lajeado, também no Vale do Taquari, para almoçarmos. Retornamos para a RS 453 a oeste. Seguimos por mais cerca de 118 Km, até reencontrarmos a BR 386, já no município de Lajeado, onde acessamos à direita por mais 1 Km até a entrada da cidade.
Lajeado é uma cidade à beira do rio Taquari criada no século XIX, como pertencente ao município de Estrela e emancipada no início do século XX. A população é de cerca de 71.400 pessoas. A principal atividade econômica é a indústria alimentícia.
Ali almoçamos em um restaurante às margens do rio Taquari. Um local muito agradável porém a comida não se pode dizer que é algo inesquecível. Diria razoável. Também presentes outro grupo de motociclistas e duas senhoras em seu velho Toyta Corolla estacionado à frente das motos deste grupo. Presenciamos uma cena triste, quando a “vovó” que dirgia o Corolla engatou a marcha à ré, por engano, e acabou por derrubar três motos (a primeira foi uma NC 700 X idêntica a minha).
Após o almoço e algum tempo de conversa, os amigos de Caxias do Sul retornaram para sua cidade e nós seguimos viagem. Saímos de Lajeado em torno das 2 horas da tarde entrando na RS 130 até o município de Roca Sales, continuando pela RS 129, passando pelos municípios de Arroio do Meio e Encantado. Após 66 Km nestas vias, entramos na RS 431, em direção ao município de São Valentin do Sul. Foram mais 11 Km até a entrada de São Valentin do Sul, onde paramos à beira da estrada em um restaurante e lancheria. Vale à pena os biscoitos de amendoim que vendem ali.
Continuamos pela RS 431. A estrada é estreita, com duas vias e pista simples. A paisagem rural é muito característica.  Para se ter uma idéia do que é este trecho, passamos por um local onde estavam assando um churrasco à beira da estrada, em fogo no chão. Chamava ainda mais à atenção uma costela de gado inteira sendo assada em espetos cravados na terra.  Esta estrada apresenta alguns trechos sem asfalto, o que se deve ter um maior cuidado, pois o asfalto termina abruptamente nestes locais. São cerca de 45 Km pela RS 431. Após seguimos pela BR 470, passando pelos municípios de Bento Gonçalves e Carlos Barbosa até a RS 446 (20 Km), onde seguimos por mais 20 Km em direção ao município de São Vendelino, onde inicia a RS 122. As estradas BR 470 e RS 446 são estradas de duas vias e pista simples, bem pavimentadas e bem sinalizadas. A RS 122 é uma estrada duplicada, em excelentes condições porém com diversos radares fixos, a maioria sem aviso prévio.
Paramos para abastecermos as motos na estrada, no município de São Vendelino. Seguimos em direção a Porto Alegre pela RS 122 por mais 52 Km até a BR 116 (sendo os últimos 13 Km percorridos pela RS 240), entre os municípios de Novo Hamburgo e São Leoplodo. A partir da entrada na BR 116 rodamos 27 Km até a BR 290 (Free Way) e mais 19 Km até a entrada de Porto Alegre.
Foram cerca de 400 Km de estrada estreitando laços que nos unem como verdadeiros irmãos, preenchendo nossa mente com imagens e sensações que só sobre duas rodas se consegue.
Lagoa da Harmonia - Teutônia - RS

Almoço em Lajeado - RS

RS 431


Rota
São Valentin do Sul - RS


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Brochier e Maratá



Sábado, dia 02 de agosto de 2014.
Saímos de Porto Alegre em torno das 10 horas da manhã com destino à Brochier e Maratá, cidades a cerca de 53 Km de Porto Alegre, localizadas no Vale do Caí. Fomos em cinco motocicletas do nosso grupo NA ESTRADA 100: Adão (Triumph Tiger 800), Adriana (Honda CB 300), eu (Honda NC 700 X), Mauro (Suzuki V Strom 650) e Ricardo (Honda CBR 600), nesta sequência no comboio.
O ponto de encontro foi em um posto de gasolina na  Av. Edu Chaves, saída de Porto Alegre. Rumamos pela BR 116 até a Free Way (BR 290) e, depois, acessamos a BR 448 (Rodovia do Parque) até chegarmos à BR 386. Percorremos a BR 386 até a ERS 124. Por esta via chegamos à ERS 170, no município de Montenegro. Neste ponto dobramos à esquerda até a ERS 411 e, de lá, passamos por Brochier e fomos direto à pequena cidade de Maratá.
Maratá é uma pequena cidade de colonização alemã, com cerca de 2500 habitantes, cuja economia é baseada em pequenos produtores rurais. Lá visitamos duas cascatas muito interessantes. A cascata da Vitória e a Cascata de Maratá. A Cascata de Vitória fica no Parque Municipal de Vitória. É uma queda d’água de cerca de 30 metros com um lago de águas profundas. A Cascata de Maratá também é um lugar muito bonito e parece ser mais apropriado para banho. Em ambos os parques a entrada é gratuita. Como fomos em uma época do ano que normalmente não é calor, embora o dia estivesse bastante quente, não havia movimento nos parques.
De Maratá retornamos à Brochier, onde almoçamos em um restaurante familiar chamado FAAL (o nome se refere à união dos nomes do casal de proprietários). Comida caseira e de boa qualidade, com preço bastante acessível, além de proprietários muito receptivos.
Brochier também é uma pequena cidade do Vale do Caí, com cerca de 4700 habitantes. É chamada a capital do carvão vegetal, devido à produção de carvão a partir da acácia negra. Foi colonizada por dois irmãos franceses que ali chegaram na primeira metade do século XIX.
Retornamos pela ERS 411 até a ERS 470 onde, no caminho passamos pelo município de Salvador do Sul. Neste local, mais especificamente no distrito de Linha Bonita, visitamos um antigo túnel, datado de 1906. Foi o primeiro túnel curvilíneo escavado em rocha na América do Sul. Por ali, antigamente, passava uma linha férrea. Tem uma extensão de 90 metros. Vale muito à pena passar por ali.
Saímos de Linha Bonita e fomos até a entrada da cidade de Barão, onde paramos em um posto de gasolina para tomarmos um cafezinho. De lá rumamos em direção à ERS 122, iniciando nosso retorno à Porto Alegre. Por esta estrada chegamos ao município de São Leopoldo, onde retomamos à BR 116 em direção à Porto Alegre.
O trajeto todo foi de aproximadamente 285 Km. A minha Honda NC 700X fez uma média de consumo de 31 Km/litro de gasolina. Nossa velocidade de cruzeiro foi em torno de 100 Km/h.
 
Cascata da Vitória

Cascata de Maratá

Centro da Cidade de Maratá

 
Túnel

Túnel

XV Moto Serra – Bento Gonçalves



Domingo, dia 15 de Junho de 2014. Saio de Porto Alegre em torno do meio-dia, em direção à serra gaúcha. O destino é a cidade de Bento Gonçalves onde está acontecendo o XV Moto Serra, encontro de motociclismo. Desta vez vou só, sem outros motociclistas ou garupa.
Saí de Porto Alegre pela BR 290 (Free Way) e, logo em seguida acessei a BR 448 (Rodovia do Parque) percorrendo cerca de 22 Km até a cidade de Sapucaia do Sul onde acessei a BR 116 até a RS 240, já no município de Novo Hamburgo e segui até a RS 122 e, depois, até a RS 446. Este é um trajeto de excelente pavimentação e duplicada, porém com diversos controladores de velocidade. A atenção deve ser redobrada pois, apesar de ser bem sinalizada, alguns deles não tem aviso prévio. A RS 446 é uma estrada boa e de pista simples.
Cheguei em Bento Gonçalves em torno das 15 horas e me dirigi ao evento. Foram aproximadamente 130 Km de viagem muito tranqüila e prazeirosa. O encontro estava bastante interessante, com um número razoável de motos. Permaneci lá por cerca de duas horas e retornei para Porto Alegre, pelo mesmo caminho, exceto em Sapucaia do Sul onde permaneci pela BR 116 e não acessei a Rodovia do Parque.
Foram cerca de 269 Km em uma tarde de muito prazer sobre a NC 700 X.

16º Moto Show – Taquara - RS



Dia 13 de abril de 2014. Alguns amigos se reúnem na saída de Porto Alegre para rumarmos até a cidade de Taquara para participarmos do 16º Moto Show promovido pelo moto grupo Águias do Asfalto.
Saímos  um pouco depois das 10 horas da manhã, em oito morocicletas, pela BR 290,  a Free Way. Entramos na cidade de Cachoeirinha e rumamos pela ERS 020 até Taquara.
O trajeto que passa por Cachoeirinha se dá por uma longa avenida, com diversos semáforos, o que faz com que tenhamos paradas frequentes.
A ERS 020 é uma estrada tranquila, com boa pavimentação e muitas curvas. Um trajeto de pilotagem agradável, segura e bonita. Muitos pontos de apoio para eventuais paradas.
Chegamos em Taquara no final da manhã, em torno do meio-dia. Embora a distância seja curta (rodamos menos de 80 Km), mantivemos uma velocidade média baixa, aproveitando muito o passeio e a estrada.
Paramos em um posto de gasolina na entrada da cidade de Taquara e, de lá, nós dirigimos ao moto encontro.
Em torno das 13 horas fomos almoçar. Optamos por um restaurante chamado Cantina do Lago. Um local lindíssimo, com uma culinária caseira com um sabor que não lembra em nada um restaurante. Temos a sensação de estarmos comendo na casa de nossa avó. Além do mais, o preço é bastante em conta. O almoço com refrigerante sai cerca de R$ 30,00 por pessoa. Vale muito à pena.
Após um período de descanso, retornamos para Porto Alegre pela ERS 239 até Novo Hamburgo (cerca de 41Km de Taquara), onde entramos na BR 116 e rumamos por mais cerca de 43 Km até chegarmos em Porto Alegre.
      
Grupo em Taquara

Passeio de Domingo: Almoço em restaurante na zona rural do município de Glorinha – RS.



Moto Honda NC 700 X – 2013.

Domingo, dia 23 de março de 2014. Saio de Porto Alegre em torno das 11 horas da manhã, com meu filho de 11 anos, rumo ao município de Glorinha. São cerca de 50 Km pela BR 290, a Free Way, uma auto estrada com três pistas de cada lado e com boa pavimentação. Na realidade estamos em busca de um restaurante na zona rural chamado Brisa e Brasa, o qual nos foi indicado pelo amigo Ricardo Gaston.
No Km 78 da BR 290 (cerca de 24 Km de Porto Alegre), no município de Gravataí, tem uma praça de pedágio (R$ 2,35). Após, se anda por cerca de 25 Km até o acesso ao município de Glorinha. Logo ao ingressar na estrada, de acesso (Av. Quatro de Maio), que é asfaltada, se segue até o número 3260, o qual não lembro de estar à mostra na frente da casa, e que está um tanto para dentro, no grande terreno em que é situada. Tampouco existe alguma placa de sinalização em frente ao restaurante na beira da estrada, indicando o nome. Na realidade é um sítio, ao lado direito da estrada no sentido de quem está entrando em Glorinha.
Para facilitar a localização, exatamente em frente ao restaurante, à esquerda da estrada, existe uma escola chamada Álvaro Ferrugem. Fácil achar.
 O restaurante é uma casa com ambientes interno e externo, com um terraço nos fundos de onde se pode contemplar a paisagem verde e “escutar” o silêncio do campo. Ao lado da casa existe um portão que dá acesso aos fundos do terreno, onde tem várias árvores com bastante sombras para deixar a moto e sentar sob elas, em bancos de madeira.
A comida é caseira e de boa qualidade, com buffet de saladas e pratos quentes, churrasco assado na hora e sobremesa. Não é um sabor excepcional, mas é bem agradável. O preço é bastante acessível (R$ 25,00 por pessoa, sem bebida). A relação custo X benefício é bastante boa.
Após almoçarmos, sentamos à sombra das árvores junto à moto, onde ficamos conversando amenidades e intensificando a relação entre pai e filho. Hábitos saudáveis farão com que seu filho tenha uma visão saudável da vida e adquira a confiança e respeito em seus pais.
Após, retornamos para Porto Alegre, pelo mesmo caminho que nos levou à Glorinha.
Trajeto percorrido
 
Sombra das árvores nos fundos do restaurante


Porto Alegre – Osório – Santo Antônio da Patrulha – Taquara



Moto Honda NC 700 X – 2013.


Sábado, dia 22 de Março de 2014. Passeio programado para Osório (RS), com o moto grupo Bodes Estradeiros, com destino ao Rancho Ventania, de propriedade do “mano” Magno, para um churrasco de confraternização. Minha primeira viagem com o grupo. O meu batismo ou melhor, minha “iniciação”. 
O dia amanheceu com uma chuva fina. O ponto de encontro foi na saída de Porto Alegre, em um posto de gasolina onde, além de abastecermos as motos, abastecemos nosso corpo com um café. Fomos informados que, devido ao mau tempo, muitos companheiros resolveram ir de carro. Saímos em torno das 10:30 h da manhã, em quatro motocicletas e um triciclo (aliás, um belíssimo triciclo).
Rumamos pela Av. dos Estados, em direção à BR 290, a Free Way, com tempo bastante nublado, porém sem chuva. É uma auto Estrada com três pistas de cada lado e com condições excelentes. Tem duas praças de pedágios, sendo a primeira a cerca de 24 Km de Porto Alegre, no Km 78, no município de Gravataí (R$ 2,35) e outra no município de Santo Antônio da Patrulha, a cerca de 83 Km de Porto Alegre, no Km 19  (R$ 4,65). Nesta última o pagamento se dá apenas no sentido Porto Alegre – Osório.
No trajeto entre Porto Alegre e Osório há apenas um posto de combustível, no Km 80, no município de Gravataí,  a cerca de 22 Km de Porto Alegre. Ali tem um paradouro para uma reabastecida geral na moto e no piloto. Portanto, não entre neste trajeto entre Porto Alegre e Osório com pouco combustível no tanque da sua moto.
Pegamos uma chuva fina lá pela metade do caminho, sem maiores repercussões. Porém, após passarmos a praça de pedágio de Santo Antônio da Patrulha, desabou muita água. Para piorar, estávamos passando pela Lagoa dos Barros, onde geralmente sopra um vento lateral intenso. A lagoa é cercada de lendas sobrenaturais sendo que a mais conhecida fala sobre o aparecimento do fantasma de uma noiva, que ali fora assassinada e seu corpo amarrado em uma pedra e lançado à lagoa  . Assombrações à parte, o lugar é muito bonito e vale uma parada contemplativa e umas fotos.
Chegamos em Osório já no final da manhã, um tanto molhados mas sem maiores desconfortos. Fiz minha primeira viagem no grupo sendo batizado pela água (da chuva). O rancho Ventania é um lugar muito aconchegante, principalmente pela maravilhosa recepção feita pelo Magno e sua esposa. Churrasco farto com saladas fantásticas feitas pela esposa do Magno. Muita comida, muita conversa boa e, acima de tudo, muitos amigos que transbordam alegria e amizade. Fiquei por lá até a metade da tarde, quando rumei para a cidade de Taquara.
Entrei novamente na BR 290, no sentido Osório – Porto Alegre, desta vez solitário, indo até Santo Antônio da Patrulha. O acesso à cidade se dá logo após a praça de pedágio do Km 19 onde, à direita, se entra na RS 474. A distância entre o município de Osório e Santo Antônio da Patrulha é de aproximadamente 34 Km. A RS 474 é uma estrada de mão dupla simples, porém com excelente pavimentação. No cruzamento da RS 474 com a RS 30, já em Santo Antônio da Patrulha, há um paradouro chamado Da Colônia, onde se pode saborear o famoso sonho, uma delícia típica local. É claro que parei ali para um café. Depois, dei uma passeada pela cidade, onde o passado se confunde com o presente. É um dos quatro primeiros municípios do Rio Grande do Sul, cuja colonização foi açoriana. A população, segundo o IBGE em 2013, é de 39.685 habitantes em um bioma de Mata Atlântica e Pampa.
Em torno das 17:30 h parti em direção ao município de Taquara, pela RS 474. São cerca de 27 Km até a RS 239, onde termina a RS 474. A estrada, embora de pista de mão dupla simples, é muito boa. Tem uma praça de pedágio, junto ao posto da Polícia Rodoviária, onde as motos são isentas.  Ao chegar na RS 239, se segue à esquerda por aproximadamente 14 Km até chegarmos à Taquara.
Taquara é uma cidade antiga e muito aconchegante, com uma população estimada, em 2013, de 56.896 habitantes em um bioma de mata atlântica e de colonização alemã.
Já tarde da noite retornei para Porto Alegre (88,8 Km). Saí de Taquara pela RS 239 em direção à BR 116, na cidade de Novo Hamburgo. São aproximadamente 40 Km em uma estrada excelente e com diversos controladores de velocidade. A estrada é pedageada, porém as motos são isentas. Em Novo Hamburgo acessei a BR 116 até o município de Esteio, onde acessei a BR 448, chamada de Rodovia do Parque, estando a aproximadamente 32 Km de Porto Alegre. A distância entre Novo Hamburgo e Esteio é de aproximadamente 20 Km. É uma estrada nova, muito bem sinalizada e com quatro pistas em cada lado, além de pouco movimentada naquele horário. O problema é que na Rodovia do Parque não existe posto de combustível. Eu já estava com apenas duas barras no marcador de combustível da moto e, ainda na BR 448, uma barras apagou permanecendo apenas a última, piscando, sinalizando que o combustível estava chegando ao fim. Mesmo assim insisti na tentativa de chegar em casa sem necessitar reabastecer a moto pois, pelos meus cálculos, o combustível restante no tanque seria suficiente para chegar em Porto Alegre. Caso fosse necessário, existem saídas alternativas para se retornar para a BR 116, onde se encontra alguns postos de combustível. O trajeto pela BR 116 é um pouco menor em relação à BR 448. Cerca de 5 Km de diferença. Optei pelo trajeto um pouco mais longo, acessando a Rodovia do Parque (BR 448), por ser uma estrada nova e com menos movimento.
Cheguei em Porto Alegre e fui reabastecer a moto. Rodei 290,1 Km com um consumo médio de gasolina comum de 26 Km / litro.
Rota Percorrida